2005/11/10

Poemas de Amor e uma canção deseperada

Gosto quando te calas porque estás como ausente
e me escutas de longe; minha voz não te toca.
É como se tivessem esses teus olhos voado,
como se houvesse um beijo lacrado a tua boca.

Como as coisas estão repletas de minha alma,
repleta de minha alma, das coisas te irradias.
Borboleta de sonho, és igual à minha alma,
e te assemelhas à palavra melancolia.

Gosto quando te calas e estás como distante.
Como se te queixasses, borboleta em arrulho.
E me escutas de longe. Minha voz não te alcança.
Deixa-me que me cale com teu silêncio puro.

Deixa-me que te fale também com. teu silêncio
claro qual uma lâmpada, simples como um anel.
Tu és igual a noite, calada e constelada.
Teu silêncio é de estrela, tão remoto e singelo.

Gosto quando te calas porque estás como ausente.
Distante e triste como se tivesses morrido.
Uma palavra então e um s6 sorriso bastam.
E estou alegre, alegre por não ter sido isso.

Pablo Neruda


As grandes ideias são aquelas nas quais a única coisa que nos surpreende é que não nos tivessem ocorrido antes. (Noel Clarasó) - A inspiração existe, mas tem de te encontrar a trabalhar. (Picasso) - Aquilo que guia e arrasta o mundo não são as máquinas, mas as ideias. (Victor Hugo) - Penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho no silêncio - e eis que a verdade se revela! (Einstein) - Nos momentos de crise, só a inspiração é mais importante que o conhecimento. (Albert Einstein) - A ideia que não procura converter-se em palavra é uma má ideia, e a palavra que não procura converter-se em acção é uma má palavra. (Chesterton) - A criatividade consiste apenas em perceber o que já esta lá. Sabia que os sapatos direito e esquerdo só foram inventados há pouco mais de um século? (Bernice Fitz-Gibbon)

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