E a vida continua
o passado se fez em pedacinhos...
Deixa o objeto da saudade... na saudade!
Deixa que eu seja saudade,
aquilo que nos uniu,
pois, aquilo mudou... ou, eu mudei
ou, tu mudaste! A saudade não tem idade,
nem dez anos, nem dez dias,
são lembranças com espinhos,
com brandura, com amor... nostalgias...
Quando a lembrança invade a gente,
fere aqui ou fere ali,
fazendo logo correr fios de lágrimas,
emaranhados... transparentes...
trançando a melancolia,
travando a felicidade e o sorriso
que a vida ainda pode nos dar!
Silvo Buba Cruz































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